Catálogo
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| Emissor | Banco Nacional Ultramarino |
|---|---|
| Ano | 1938 |
| Tipo | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Valor | 10 Rupias |
| Moeda | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Composição | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Dimensões | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Formato | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Impressora | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Designer(s) | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Gravador(es) | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Em circulação até | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Referência(s) | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Descrição do anverso | Red-violet intaglio print on blue guilloche underprint. A central vignette presents the Saptakoteshwar temple of Lord Shiva at Narve-Bicholim, flanked by bilingual text panels on either side. The date appears at upper left, the serial number in a framed box at upper right and lower left, with a signature panel at the foot of the note. |
|---|---|
| Legenda do anverso | BANCO NACIONAL ULTRAMARINO EM NOVA GOA LISBOA, 11 de JANEIRO de 1938 DECRETO No. 17.154 DEZ RUPIAS PAGÁVEL AO PORTADOR NA INDIA PORTUGUÊSA (Translation: National Bank Overseas in Nova Goa Lisbon, January 11, 1938. Decree no. 17,154 Ten Rupee Payable to bearer in Portuguese India) |
| Descrição do reverso | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Legenda do reverso | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Assinatura(s) | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Tipo de proteção | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Descrição da proteção | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Variantes | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Comentários |
Banco Nacional Ultramarino issued this note for Portuguese India — Goa, Daman, and Diu — where the rupia remained the unit of account distinct from the escudo used elsewhere in the Portuguese empire. The 1938 dating places it within a relatively stable interwar window for the territory, before wartime disruptions to shipping and supply affected note distribution across the Estado Novo's overseas possessions.
Thomas De La Rue's involvement was consistent across BNU's colonial issues of this period; the London connection was commercial, not political, and continued even as Lisbon tightened administrative control over its colonial banking apparatus through the 1930s.