Catálogo
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| Emissor | De Javasche Bank |
|---|---|
| Ano | 1897-1922 |
| Tipo | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Valor | 200 Gulden |
| Moeda | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Composição | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Dimensões | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Formato | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Impressora | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Designer(s) | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Gravador(es) | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Em circulação até | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Referência(s) | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Descrição do anverso | Inicie sessão para ver os detalhes |
|---|---|
| Legenda do anverso | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Descrição do reverso | Violet and brown bicolour note whose central field is occupied by a four-language anti-counterfeiting legal notice printed in Dutch, Javanese (in Hanacaraka script), Chinese, and Malay (in Jawi script). The text panels are arranged within a structured typographic layout framed by guilloche border work, with the denomination repeated in each language block. The restrained decorative scheme is consistent with Enschedé's utilitarian reverse designs of the period. |
| Legenda do reverso | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Assinatura(s) | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Tipo de proteção | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Descrição da proteção | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Variantes | P#56b - 11.09.1916 P#57a - 01.06.1897 - 1913 P#57s - Specimen |
| Comentários |
De Javasche Bank's 200 Gulden represented serious money in colonial Netherlands Indies — well beyond the daily wage of virtually any local worker and used almost exclusively in commercial transactions between trading houses, plantation concerns, and the bank itself. Notes of this denomination rarely passed through ordinary hands, which partly explains why circulated examples in lower grades are actually harder to find than cleaner ones: most were handled carefully by the few who touched them at all.
Enschedé's involvement is worth noting — the Haarlem firm had been producing securities work since the early eighteenth century and brought genuine intaglio craft to the series. The 25-year span of this issue reflects how slowly high-denomination notes turned over in colonial banking practice.