Catálogo
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| Emissor | Bank of Zambia |
|---|---|
| Ano | 2003-2011 |
| Tipo | Standard circulation banknote |
| Valor | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Moeda | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Composição | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Dimensões | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Formato | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Impressora | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Designer(s) | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Gravador(es) | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Em circulação até | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Referência(s) | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Descrição do anverso | An African Fish Eagle perched on a branch occupies the right half of the note against a multicolour guilloche underprint in shades of green, gold, and orange. To the left, a bare tree vignette fills the centre field, flanked by the denomination numeral K500 in an octagonal cartouche at upper left and the Zambian coat of arms in a circular intaglio vignette at lower left. A polymer transparent window cut in the shape of a dove appears at centre-left, serving as a primary security device. |
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| Legenda do anverso | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Descrição do reverso | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Legenda do reverso | BANK OF ZAMBIA FIVE HUNDRED KWACHA K500 |
| Assinatura(s) | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Tipo de proteção | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Descrição da proteção | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Variantes | Inicie sessão para ver os detalhes |
| Comentários |
Zambia's shift to polymer for this denomination came relatively late in the global adoption curve — Australia had pioneered the substrate in 1988, and by the early 2000s several African issuers were experimenting with it to combat the chronic counterfeiting and rapid physical degradation that plagued cotton-paper notes in high-humidity, high-circulation environments. The Bank of Zambia had particular reason to act: the kwacha had suffered severe inflationary pressure through the 1990s, putting high-denomination notes into heavy street use.
Giesecke & Devrient's Leipzig facility handled production throughout the series run, which stretched nearly a decade before Zambia's 2012 redenomination collapsed 1,000 old kwacha into a single new kwacha — rendering this note worth half a new ngwee at face value.